segunda-feira, 9 de junho de 2014

Só falta saber o que escrever, porque o que sinto eu já sei.
Se calhar vou tornar-me repetitiva em dizer que te amo e o quanto és importante para mim por isso não o vou dizer. Não desta vez.
Estou aqui para falar de outra coisa, algo que nunca senti por ninguém.
Eu era nova, indefesa, e não confiava em mim. Só me restava a dor de ser quem era.
Tu apareceste como quem não queria nada e fizeste-me rir. Fizeste-me rir com as tuas parvoíces e com as tuas palhaçadas. Nunca tinha encontrado ninguém assim.
Contei-te os meus segredos mais embaraçosos mas tu nunca te riste, era como se me compreendesses, como se fosses igual a mim.
O tempo foi passando e eu comecei a ser feliz. Até hoje te agradeço por isso.
Quando eu precisava, tu estavas lá. Quando tu precisavas, eu estava lá.
Chorei muitas vezes enquanto fazíamos chamada, tu imploravas para eu parar de chorar mas eu não conseguia.
Chateaste-te muitas vezes comigo por eu me magoar a mim própria, desculpa, eu achava que merecia aquilo.
Nunca fui fácil de compreender mas tu nunca desististe, e mesmo quando eu queria morrer, quando eu achava que não merecia todo aquele amor tu não me deixavas desistir.
Sofremos os dois por causa de certas atitudes, afastamo-nos por coisas estúpidas, mas a amizade e o amor foram mais fortes.
Ainda hoje te peço desculpa por tudo o que faço, pelas minhas atitudes, porque na realidade eu não te quero magoar, quero fazer-te o rapaz mais feliz do mundo.
Hoje sou quem sou graças a pessoas como tu.

Eu amo-te.

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